Surgiu logo nos primeiros dias, em tons de aviso, este disparo do senhor barbeiro: “
Olha que eu venho cá comprar os jornais todos dias. Temos de ser uns para os outros...”. Assimilei a mensagem e até hoje não me atrevi a cortar a lã noutro sítio. Esta parceria quiosque-barbearia alargou-se rapidamente pelo resto da praça, embora sem o carimbo semi-oficial do “
temos que ser uns para os outros”. No entanto, há um cliente a quem tenho escapado, embora me compre regularmente meia dúzia de publicações: a
Funerária Faria. Malta porreira, de bom trato, etc e tal, mas... não me dá jeito nenhum e aqui em cima respira-se melhor, obrigado.
Eu não sou supersticioso, mas é melhor não facilitar: sempre que lhes marco uma reserva, levam no topo da publicação com “
Fun Faria”. E já agora, aqui vão dois toques no nº9 da “
Casas de Madeira”.
Toque, toque, já está.