Quarta-feira, 19 de Setembro de 2007
Uma folga, ao domingo, de 15 em 15 dias, é o preço a pagar pelo facto de ser proprietário e empregado do quiosque. Não é uma queixa, mas simplesmente a constatação de um facto. E, para além disso, serve lindamente como introdução para o relato de mais um episódio caricato na história deste tasco.
Gozava eu da minha folga quinzenal, quando sou surpreendido/acordado por um telefonema às 6 da manhã de domingo. Ora, em tempos idos, um telefonema na madrugada de sábado para domingo poderia significar algo de positivo. Hoje em dia, das duas uma: ou é uma má notícia, ou é uma péssima notícia. Quis o destino… aliás, quiseram os putos protagonistas deste episódio, que tudo não passasse de uma má notícia.
“Estou sim? Desculpe estar a incomodá-lo a esta hora da noite. Daqui fala da PSP. O senhor é o proprietário do quiosque tal tal? Sim? Assaltaram-lhe a arca dos gelados. Pode passar aqui no seu quiosque?”
(continua...)
De
Xana a 19 de Setembro de 2007 às 17:21
Pois, eu sei o que isso é. Os meus pais têm um restaurante e quando o telefona toca a meio da noite, é isso mesmo! (ou então tb pode ser da nossa tia que vive no canadá e desconhece o conceito de zonas horárias mas isso é menos frequente...)
De Anónimo a 22 de Setembro de 2007 às 17:27
Vamos lá ao fim da história que já estou curioso? Quantos cornetos de chocolate, epás, pernas de pau e soleros de cenoura foram roubados? Quero um gráfico disso sff. :)
De Anónimo a 23 de Setembro de 2007 às 21:50
Os taxistas da Praça já não são o que eram. Acobardam-se, e nem sequer uns berros sabem dar.
Um vergonha de gente.
De Anónimo a 24 de Setembro de 2007 às 15:34
Este diário está cada vez mais semanário...
De Anónimo a 27 de Setembro de 2007 às 15:38
então ...o que aconteceu à arca dos gelados ?
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