Outra vez aquilo do gato.
O gato viu a sua pena suspensa. O poker tem corrido bem e deixou de haver a necessidade de colocar as culpas no bicho quando o meu par de ases é batido por um trio de duques. Foi assim reintegrado no ambiente familiar e autorizado a deambular pelas divisões da casa, embora com extrema vigilância.
Uma vez que uma das brincadeiras lá por casa envolve bonecos, que podem ser piratas, animais ou nenucos, decidimos integrar o gato nas filmagens, onde passa a ser o mau da fita. Todos os bonecos são bonitinhos, bonzinhos e lutam por um mundo melhor. O gato é o "gato gigante" que amedronta tudo e todos. No fundo, apenas tem que ser igual a ele próprio. Basicamente, os bonecos bonitinhos, bonzinhos e que lutam por um mundo melhor, caem frequentemente (são empurrados para) nas garras do gato-gigante. São violentemente mordidos e arranhados e há depois um boneco que se arma em super-herói e tenta salvar o amigo. O amigo safa-se e o super-herói fica preso nas garras do gato-gigante, e assim sucessivamente, até todos passarem pelas garras do felino e todos serem salvos, excepto o último, que morre.
Claro que o gato-gigante se cansa de morder bonecos que não dão luta e a certa altura vira-se para a carne humana. É então que surge o homem-super-gigante (eu próprio) que com um golpe certeiro põe na linha o gato-gigante. Depois voltamos ao início até serem horas de jantar.
Ao mesmo tempo fomos descarregar o Talking Tom 2, uma aplicação em que o gato Tom imita com uma voz muito cómica tudo aquilo que ouve. Insultamos o gato Tom com frases tipo "és mau, feio e tens os dentes podres" e ele repete "és mau, feio e tens os dentes podres". Mais uma vez é uma brincadeira de loop. "Estás a imitar-me, gato mau??". E ele responde "estás a imitar-me, gato mau??". "Estás a gozar comigo??". "Estás a gozar comigo??". É então que usufruimos de uma das melhores carcaterísticas da aplicação: dar chapadas ao gato até ele ficar KO. Há 3 maluquinhos (1 deles adulto) a dar chapadas a um telemóvel, gera-se a galhofa total, toda a gente quer acertar no gato, até que o gato cai e o telemóvel também, e acaba-se a brincadeira. Também há um cão que se aproxima do gato e dá um pum gigantesco e o gato passa a dizer as frases com uma pata no nariz.
Quando não se justifica bater no gato-gigante, desanuviar um bocadinho com o Talking Tom 2 é a opção mais correcta, desde que os níveis de sanidade mental dos envolvidos permaneçam intactos. Até ver está tudo bem.
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