Decorria o ano 2000, mais coisa menos coisa. Os Radiohead preparavam-se para lançar o 4º álbum, depois do mítico Ok Computer. Como é óbvio, eu andava doido para vê-los ao vivo. Na altura estava mais ou menos rico, tendo em conta que antes andava mais ou menos na penúria. Um feliz bug numa feliz máquina de cavalos num feliz casino (valerá um post dos grandes), permitiu-me acumular uma feliz quantia de notas das grandes e adornar a minha feliz felicidade. Assim que apresentei contas ao meu pai, podia ler-se na sua face, muito claramente: "droga... este sacana anda a passar droga...". Explicada a origem da súbita (e breve) riqueza, metemos mão à obra. Não é tarde nem é cedo: vamos a Londres ver os meninos. Compôs-se um belo programa para um sábado à tarde na capital inglesa: Fulham-Colchester em Craven Cottage (3-0 para o Fulham de Tigana e Boa Morte, com 2 golos de Saha) e Radiohead em Victoria Gardens. Não foi brilhante. Do set fizeram parte demasiados temas de Kid A, um álbum adorado por 8 pessoas, mas que 3 milhões insisitem tratar-se de uma obra de arte. Obrigado, mas passo à frente.
Os meninos lançaram agora outro Kid A, ligeiramente mais acessível. Não se preocupem, meninos, vocês continuam a ser uns génios. Tenho a certeza que o próximo album vai ser uma enormidade musical.
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