Sábado, 16 de Setembro de 2006

E ao 6º dia o Sol brilhou

Sábado é o único dia em que o Olegário me acompanha na abertura do estabelecimento. Tal como combinado na véspera, abrimos às 7:30. Sabemos que podemos estar descansados até às 8, a não ser que surja um madrugador a exigir de rompante o Record, o Correio da Manhã, o Jornal de Notícias, a Maria e a fotocópia do bilhete de identidade.
Primeira boa notícia: o Correio da Manhã de sábado vem renovado e com os respectivos suplementos dentro do jornal.
Primeira má notícia: Faltam 2 cadernos principais do Expresso.
A primeira tarefa é ordenar o Sol. Coisa rápida. O Olegário encarrega-se de marcar as 23 reservas do mesmo. Depois de expor os diários, dedico-me ao Expresso. Distribuo os suplementos pela mesa e começo a dar cabo dele. Infelizmente o suplemento de Golfe e o Caderno Especial Regresso às Aulas atrasam a coisa a uma média de 3 segundos por pacote. Além disso, o maço cabe à justa no saco de plástico. O processo faz-se a 15 segundos por Expresso, bem longe dos 11 segundos nos Expressos mais leves de Inverno :)
Às 9 horas em ponto está tudo em ordem. Por esta altura já só restam 5 Sol. Meto-me à estrada e recolho 10 exemplares à concorrência. Não foi fácil. A maior parte já não tinha nenhum disponível.
Às 10 horas acabam-se os 33 Sol + os 10 extra. Até à hora que escrevo, poderia ter vendido cerca de 80, se os tivesse...
Às 11, acabam-se os 62 Expresso ( e não 63, como tinha informado ontem) , mesmo aqueles que estavam incompletos! (O tal milagre do DVD...) Até à hora que escrevo, poderia ter vendido cerca de 80, se os tivesse...
Para já, no 1º round, empate técnico. Mas o número 1 do Sol pode ser enganador. A verdadeira batalha começa para a semana.
De resto, aproveito para dizer que Sábado é o dia mais lucrativo do quiosque. Os diários são mais caros, há mais disposição para comprar, há mais tempo para ler, há o Expresso e agora o Sol, há a Maria, a Telenovelas e a Nova Gente. Fossem todos os dias assim...
Amanhã folgo. O quiosque abre da parte da manhã, pelas mãos do Olegário.

E a partir de 2ª feira, todas as contas diárias do quiosque! Quanto foi a caixa? Quanto se paga aos fornecedores? Qual o saldo actual? Quanto recebe o Olegário? Quanto tira o Ardinário? Quanto se paga de impostos? Quais as despesas correntes? O que se pode mudar?
Leiam, comentem, analisem e sugiram.
publicado por ardinario às 16:41
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De Anónimo a 10 de Dezembro de 2006 às 15:56
Ja das ist fantastish!
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Bye


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