Segunda-feira, 27 de Agosto de 2007

Vistas do quiosque


publicado por ardinario às 21:39
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Sexta-feira, 24 de Agosto de 2007

24 de Agosto de 1820

Nascido a 31 de Julho de 1771, na rua então chamada “dos Tropeções”, mais tarde “Quebra-Costas” e que hoje ostenta o nome que é comemorativo do nascimento daquele a quem um dia chamaram “o Patriarca da Liberdade”, Manuel Fernandes Tomás foi o principal protagonista da revolução de 1820.
[...]
A 24 de Agosto de 1911, data de aniversário da revolução por detrás da qual esteve “o patriarca da liberdade”, a Figueira da Foz presta-lhe devida homenagem ao erigir-lhe, na Praça 8 de Maio, uma estátua de autoria do escultor Fernandes de Sá, que, de modo a imprimir a noção de movimento e ímpeto que a escultura apresenta, se inspirou na atitude e gesto de Fernandes Tomás ao repelir as ameaças de que foi alvo aquando das vésperas da revolução.
In O Figueirense

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A 24 de Agosto de 2005, 185 anos depois da revolução, nesta mesma praça, o quiosque passou para as minhas mãos. Uma feliz coincidência que serve também de homenagem ao "Patriarca da Liberdade".
publicado por ardinario às 16:54
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Reforço de Verão

As negociações foram complicadas (ou me pagas mais ou vou fazer sobras para a praia) , a cláusula de rescisão foi elevada, mas o tão desejado reforço de Verão chegou finalmente ao quiosque para colmatar uma brecha importante: o Agosto. Na verdade, chegou em Julho e por aqui vai estar até ao final do mês. Para o próximo ano já exigiu instalações sanitárias adequadas e uma playstation portátil para combater as tardes de tédio.
Em baixo, pode ver-se o novo reforço em acção, a tentar esconder uma Playboy.

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Olha ali uma TV Mais fora de sítio, pá!


publicado por ardinario às 16:24
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Quinta-feira, 23 de Agosto de 2007

Época Agostini 2007/2008

Abriu oficialmente esta semana a “Época Agostini 2007/2008”. Duas vezes por ano – uma em Agosto e outra em Janeiro – são lançadas as novas e repostas as velhas colecções anunciadas na TV, com a chancela Agostini. Com um preço hiper promocional no primeiro número, encarecido no segundo e normalizado a partir do terceiro, aprendi o ano passado que estes coleccionáveis são um óptimo suporte às contas do quiosque, apesar das inevitáveis desistências ao longo da colecção ( afinal, 40 euros por mês pesam muito em muitas carteiras). Assim sendo, há que eliminar da banca principal as publicações de maior formato, normalmente destinadas ao público feminino e com brinde associado, tais como Máximas, Cosmopolitans, Vogues, Elles e afins, e substitui-las pelos Noddys, Peças em Porcelana da Disney, Segredos do Egipto, e outros.

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Agora sim, já não há mais nenhuma colecção para inventar

Este ano o fascículo nº1 de cada colecção parece-me especialmente monstruoso. Nada que me deixe abater. Habituado que estou, a lidar com mestria em espaços pequenos, qual Maradona, a experiência acumulada leva-me a concluir que neste momento, se fosse lançada no mercado uma colecção de animais em escala real, não teria a menor dificuldade em acomodar um ou outro elefante no cantinho do quiosque destinado às colecções.
Venham elas! Quantas são, quantas são??

Ai maezinha, ajuda-me a arrumar esta tralha toda!!!
publicado por ardinario às 18:47
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A debandada da crise nota-se quando...

... se começam a vender mais revistas de automóveis.
Infelizmente, ainda não é o caso.
publicado por ardinario às 17:48
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Revista para 7 dias

- Esta TV 7 Dias é de hoje?
- Hmmm... não, chegou ontem.
- Então não quero.
publicado por ardinario às 17:35
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Quarta-feira, 22 de Agosto de 2007

Setembro próximo

O próximo serviço (gratuito) do quiosque está em acabamentos e o folheto promocional vai ser qualquer coisa parecida com isto:

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A completar brevemente
publicado por ardinario às 19:08
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Terça-feira, 21 de Agosto de 2007

Uma questão de justiça

A minha primeira aparição em jornais data do ano de 1980, quando me pediram para escrever um texto sobre as férias. Abusei da liberdade e fiz um texto de 3 páginas, o que correspondia a exactamente 75% do total do jornal. Obviamente, o texto foi censurado quase na sua totalidade, mas mesmo assim consegui uma pequena coluna na última das 4 páginas que compunham o jornal da escola.
Doze anos depois voltei a aparecer. Decorria o ano de 1992 e disputava o meu 1º jogo de basket em seniores. Uma série de charutadas certeiras do meio da rua fizeram com que a estreia chegasse à secção de desporto do Diário de Coimbra. Salvo erro, perdemos o jogo por 2 pontos, e nunca nessa época estivemos tão perto de ganhar um jogo. No final, o saldo foi de zero vitórias, uma chicotada psicológica e o abandono da modalidade por parte de meia equipa. Eu safei-me com uma milagrosa transferência para um clube rival, a troco de meia-dúzia de bolas de basket, que nunca chegaram a ser pagas. Foi também o meu primeiro ordenado, 5 contos por mês, pagos religiosamente ao 8º dia (com 3 meses de atraso), e que eram enterrados de imediato em cds dos Smashing Pumpkins e dos Sonic Youth.
Mas já me estou a desviar do tema... Bem, o importante é ressalvar que o dito jornal se encarregou de trocar o apelido “Silva” por “Bilba”, uma gralha que tive que carregar no balneário na semana seguinte.

Quinze anos depois, foi feita justiça! No Jornal de Notícias, no Correio da Manhã, no Diário de Noticias e... no Diário de Coimbra! Que mais pode pedir um vendedor de jornais?
publicado por ardinario às 22:46
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Quinta-feira, 16 de Agosto de 2007

Procura-se parceiro(a)

Não encontrei ainda um parceiro para lançar aquela que julgo ser a operação de marketing mais bem sucedida do quiosque. O golpe é simples. Fazer deslocar uma senhora, completamente despida, desde sua casa (a casa da senhora, não a sua, caro leitor) até ao quiosque. Ali chegada, pretende-se equipar a senhora de modo a que esta possa passar um dia agradável na praia.

A minha grande dificuldade são na verdade três: conseguir um parceiro para financiar o equipamento da senhora, conseguir uma parceira que esteja disposta a ser financiada pelo parceiro, e convencer a parceira a sair de casa sem uma única peça de roupa no corpo.
(Em boa verdade, poderei necessitar de um outro parceiro para convencer a parceira, pois as mulheres teimam em desobedecer-me quando lhes grito “Despe-te, parceira!”)
Ainda não tenho nada disto. Mas do resto trato eu, no quiosque.

O bikini às riscas verdes da Cosmopolitan, os chinelos laranja da Mulher Moderna, a saia curta e o top justo da TV Mais, e o chapéu arrojado da Activa, para compor a parceira despida.
A toalha de praia – design exclusivo – da Caras, o chapéu de sol rosa às bolinhas brancas e a mala térmica vermelha da Lux, a carteira em pele genuína de um crocodilo também ele genuíno da Vogue, a saca de palha da Máxima e o rádio a pilhas de imitação gratuita de ipod da Elle, tudo isto para provocar uma hérnia discal à parceira.
O balde do Sporting, as braçadeiras do Porto e o papagaio do Benfica (não, não estou a falar do Luis Filipe Vieira), para as brincadeiras na areia da parceira.
O jogo da Visão, o livro do Diário de Notícias, o guia gastronómico da Sábado e o suplemento Casa do 24 Horas, para a hora do bronze da parceira.

Uma nota de 50 Euros é suficiente para o parágrafo anterior. Ainda ofereço um jornal (sim, também temos cá disso), uns óculos de sol da Caras e um callipo de morango.

Avancem parceiros!
publicado por ardinario às 19:21
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Segunda-feira, 13 de Agosto de 2007

Não perca!

Hoje, entrevista com este Ardinario em horário nobre!

Errata: onde se lê “horário nobre” deve ler-se “por Adriano Nobre, no Jornal de Negócios
publicado por ardinario às 13:54
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