Segunda-feira, 29 de Janeiro de 2007

Oops! (verso)

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publicado por ardinario às 21:37
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Domingo, 28 de Janeiro de 2007

Oops!

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Quarta-feira, 24 de Janeiro de 2007

Venda de newsmagazines no quiosque

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publicado por ardinario às 15:05
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Terça-feira, 23 de Janeiro de 2007

Um dia no quiosque - parte 1 ( 7.00 / 7:45 )

Um dia no quiosque começa a ser planeado bem antes da sua abertura. Que é como quem diz, assim que este artista sente os primeiros pingos de água quente a escorrer pelas costas, começam a chover as primeiras questões pertinentes.

Inevitavelmente, a pergunta que se impõe fazer a alguém acabado de acordar é: “quem és tu e o que vais fazer hoje?”. É importantíssimo conseguir responder a esta questão o mais rapidamente possível, no máximo até ao início da primeira ensaboadela. Se não o conseguires fazer, prepara-te porque vais ter um dia muito difícil.

Passado este primeiro teste, que se supõe ser de rotina, é fundamental para um ardina saber que dia da semana é hoje. Um calendário, estrategicamente colocado ao fundo da banheira, torna-se essencial para responder a essa questão, evitando assim desgastar desnecessariamente alguns neurónios logo pela manhã. Confesso que não tenho o calendário, mas esta parte do texto fica aqui bem.

O teu estado de espírito, seja ele qual for naquele momento, pode-se alterar profundamente, conforme a resposta dada pelo calendário. Um sábado pode ser mau. Significa que dentro de 30 minutos vais estar a desamarrar pelo menos 15 volumes de papelada. Significa que 50 minutos depois vais estar concentrado nessa tarefa estimulante que é juntar vários suplementos num só, por uma determinada ordem, e colocá-los dentro de um saco, tudo isto repetido pelo menos 45 vezes. Se esse sábado calhar perto do dia 25, é sinal que vais ter menos clientes que o normal. E se chove e faz frio lá fora, escusas de embrulhar mais de 30... vocês sabem de que jornal estou a a falar...

O calendário pode perfeitamente responder-te “hoje é 3ª feira”. As 3ªs feiras são um tédio. Não há semanários de jeito, embora algumas vezes o Jornal do Sporting nos possa animar as manhãs. As boas revistas mensais nunca chegam à 3ª. Não há newsmagazines. Não há sobras para fazer. Os clientes escasseiam às 3ªs feiras, talvez porque já gastaram tudo no dia anterior. Passas a manhã a aviar TV 7 Dias. A nível desportivo, nada se passa, tirando talvez um espectacular Leiria-0 Paços de Ferreira-0 disputado na véspera, à noite, perante 743 espectadores, e sem casos de arbitragem. Às 10:30 já não tens nada para fazer.
É então que te lembras que este é o dia perfeito para terminar aquelas tarefas eternamente adiadas. Quando dás por ela, é uma da tarde. Além de não teres facturado nada de jeito, concluiste todas aquelas tarefas perfeitamente inúteis. O que significa que na próxima 3ª feira vais ter que inventar qualquer coisa para fazer.

(continua)
publicado por ardinario às 22:58
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Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2007

Semanário de um quiosque

Já voltei.
Ainda estou na luta, mas já há disponibilidade para aqui deixar as notícias do quiosque.
Em primeiro lugar, devo dizer que a Nespresso já faz parte da montra do quiosque desde a passada 2ª feira. Esta semana, a 40 cêntimos o café, para a partir da próxima semana passar a 50 cêntimos. A menina tem-se portado bem, e os consumidores aprovaram a medida... e o café, claro!
Mais novidades, mais novidades... ah, as sobras da Asco passaram a ser diárias, o que significa que o processo de devolução é agora repartido por vários dias da semana.
Quanto ao cartão... bem, o cartão... como é que eu hei-de dizer isto?... Então o que se fez... ora... o cartão, o cartão... tinha que mostrar o cartão aos clientes antes de avançar efectivamente com a ideia. Assim o fiz. Mostrei as duas hipóteses: o cartão cliente normal e o cartão cliente pré-pago. E cheguei à seguinte conclusão:

- grande parte dos clientes não percebeu as propostas apresentadas e/ou as propostas apresentadas não estavam devidamente esclarecedoras
- o sistema de pontos por compras efectuadas fez alguma confusão
- não houve grande abertura dos habituais clientes à aquisição de cartões pré-pagos
- as vantagens apresentadas não se mostraram suficientemente atractivas para levar um cliente a entusiasmar-se por qualquer um dos cartões

Isto de uma maneira geral, porque como é óbvio houve opiniões diversas.

Posto isto, a história dos cartões não vai avançar, pelo menos nestes moldes. No entanto, não queria quebrar a promessa de lançar o serviço de entrega do jornal/revista ao domicílio, pelo que o sistema está a ser repensado. Espero apresentar alguma coisa em breve.

Antes de voltar à luta, apresento um novo blog que merece ser visitado. A dica veio daqui.
publicado por ardinario às 16:51
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Segunda-feira, 15 de Janeiro de 2007

Volto já

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publicado por ardinario às 16:49
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Quinta-feira, 11 de Janeiro de 2007

Venda de jornais diários no quiosque

Os dados referem-se ao período de 6 de Outubro de 2006 a 31 de Dezembro de 2006.

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E os desportivos...

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Mandem lá os vossos bitaites em relação ao cartão, no post abaixo.

p.s. - Hoje, pelas 21 horas, um dos nomeados para os 100 grandes portugueses dá uma grande entrevista na rtp1. O gaijo é grande que se farta. E por falar em grande... ele é do Benfica!
publicado por ardinario às 18:15
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Terça-feira, 9 de Janeiro de 2007

A ajuda do público deu nisto...

Antes de mais, tenho que agradecer a todos os que participaram no post anterior. Dessa forma pude perceber o que estava mal, o que podia ser melhorado, o que devia ser eliminado e o que devia ser mantido.
Não houve consenso em relação às duas propostas apresentadas. Para alguns, a proposta 1 era a melhor, para outros seria a 2. Houve quem não gostasse de nenhuma e houve quem sugerisse juntar as duas para dar a escolher ao cliente. Foi o que fiz.

Vamos por partes.
A entrega do jornal em casa ou escritório é sem dúvida uma boa vantagem. No entanto, para o quiosque tem alguns contras. O que fazer quando o cliente não está em casa é o que mais me preocupa? Disse aqui que o jornal poderia ser deixado na caixa de correio, mas se pensarmos no Publico ou DN de 6ª feira, nos semanários ou vários jornais ao mesmo tempo, nem com a ajuda do Luis de Matos a coisa lá ia... Penso que o problema tem que ser resolvido caso a caso, com o cliente, pelo que esta vantagem mantém-se na proposta.
A oferta de jornais na compra de cartões pré-pagos estava de facto mal elaborada, como alguém comentou. Não faz sentido oferecer 1 jornal com um cartão de 20 euros e 2 jornais com um cartão de 50 euros. A oferta mantém-se, mas com valores diferentes.
Havia vantagens demasiado vagas, como muitos referiram. "Garantia antecipada da sua publicação preferida" era uma delas. Eliminou-se. "Promoções exclusivas e sazonais" idem. A "newsletter semanal" eliminou-se devido essencialmente aos custos associados, mas poderá surgir posteriormente, assim como a "colocação gratuita de de anúncios", que só iria beneficiar uma ínfima parte de clientes.
Outras vantagens tornaram-se mais esclarecedoras. Os pontos amealhados dão direito a vantagens directas e o sorteio mensal oferece um vale de compras de valor fixo. O brinde surpresa no dia de aniversário é isso mesmo... uma surpresa.
A vantagem da happy hour é a única que me parece estar ali caída do céu, sem fazer muito sentido. Ideias precisam-se...

Como referi em cima, e seguindo o que alguém escreveu, seria bom oferecer 2 cartões a diferentes tipos de cliente. Um cartão para aquele cliente de compras mais esporádicas, mas que gostará de beneficiar de algumas vantagens em ser cliente. Não é um cartão de grandes vantagens, e por isso mesmo poderá servir para "puxar" o cliente para o cartão VIP, que incluirá as vantagens do cartão-cliente normal mais as vantagens associadas ao cartão VIP. O cartão VIP destina-se ao cliente regular do quiosque. É pré-pago e recarregável, e é o único que garante a entrega do jornal/revista ao domicílio.
Volto a insistir. O cartão VIP oferece vantagens suficientemente atractivas a um cliente regular do quiosque, de modo a justificar o seu pré-pagamento. Há milhares de pessoas que utilizam o prá-pago para usufrir de vantagens. Nas chamadas de telemóvel, por exemplo. Hoje em dia até já há cartões pré-pagos com minutos de estacionamento, e que se activam gratuitamente por telefone.

Outra questão. Tenho vários clientes, super regulares e da máxima confiança, que efectuam o seu pagamento apenas no final da semana ou do mês. Para estes clientes pensei em criar um cartão GOLD :) (que não figurará nesta proposta). O cartão GOLD tem as vantagens do cartão VIP e em vez de ser pré-pago, oferece um crédito de X (conforme o cliente), a liquidar quando se atinge esse valor.

Finalmente, a máquina de café.
Não sou dos que pensa que estaria a ultrapassar a gama de produtos do quiosque. Se o produto for bom e com potencial de agradar ao cliente, por que não arriscar?
Estou quase, quase convencido. A máquina é linda, pequenina, e incrivelmente barata, tendo em conta a suprema qualidade do café. Já devem conhecer. Insere-se a cápsula, fecha-se, e o melhor café do mundo, de variadíssimos sabores, está pronto a sair. Até 15 de Janeiro oferecem 50€ em cápsulas na compra da máquina. Acho que vou aproveitar e comprá-la a meias com o quiosque.
Digam lá que este distribuidor giratório de cápsulas de café não fica apetitoso ao lado da banca de jornais...

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Obviamente, o café sai mais barato para portadores de um cartão cliente...

Isto já vai longo. Vistam lá outra vez a camisola de cliente do quiosque e digam de vossa justiça.

P8M é a zona da cidade onde se insere o quiosque. A ideia do nome foi de um cliente-amigo.

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publicado por ardinario às 20:46
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Quinta-feira, 4 de Janeiro de 2007

50/50

Rendo-me, temporariamente. Não me consigo desligar a 100% do papel de proprietário do quiosque e como tal... vou pedir a ajuda do público na Operação São Julião. O que eu vos peço é o seguinte: coloquem-se na posição de clientes de um quiosque e avaliem as duas propostas que o mesmo vos apresenta.

A proposta nº1 baseia-se num cartão de compras pré-pago e recarregável, de 5, 10, 20 e 50 euros, e que oferece 10 vantagens.
A proposta nº2 tem como princípio a adesão (gratuita) a um cartão-cliente do quiosque, e que oferece praticamente as mesmas 10 vantagens.

Facto: a proposta nº1 é mais vantajosa para o quiosque e a proposta nº2 é mais vantajosa para o cliente. Logo, suponho que a maioria de vocês optaria pela proposta nº2.

Aqui estão as duas propostas e depois seguimos para a questão essencial.

PROPOSTA Nº1
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PROPOSTA Nº2
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O conceito dos cartões pré-pagos ficou inserido na proposta nº2 como uma vantagem...

Está lido e relido? Então avancemos. Não saiam ainda da posição de clientes. Suponho que preferem a proposta 2 e que a melhor vantagem deste cartão é o facto de o quiosque vos levar o jornal a casa (alerto desde já que numa 1ª fase o quiosque só o fará se a sua casa estiver num raio de 2 km em relação ao quiosque). Certo? A questão que vos faço é: apesar de preferirem a proposta 2, se vos fosse apenas colocada a proposta 1, aderiam? (ou seja, o quiosque pede-vos antecipadamente um valor para gastar no quiosque e oferece-lhe 10 vantagens em troca).

Só mais uma questão. Podem sair da posição de clientes...
(...)
Já está?... Aquele senhor lá ao fundo de gravata azul às riscas... saia lá da posição de cliente, por favor. Obrigado.
Agora metam-se no meu lugar. Qual das propostas apresentariam aos vossos clientes? A nº1, a nº2, ou nenhuma?

Chutem!

"Leia, comente e participe na gestão de 6 metros quadrados. Aproveite, é inédito."
in Diário de um Quiosque.
publicado por ardinario às 21:15
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Flying around soon... (parte 3)

Mais dois rockets da Operação São Julião:

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"BOAS NOTÍCIAS. Nunca há, caíram em desuso. E se há, escondem-nas de nós, "não vendem". Vende-se a anormalidade como regra e dá-se a ver o mau como exclusivo. A revolução de que se diz que precisamos devia começar por aqui e por isto."
Maria João Avillez, revista Sábado, 4 de Janeiro de 2007
publicado por ardinario às 15:09
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