Quinta-feira, 30 de Novembro de 2006

As coisas boas são para se mostrar

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publicado por ardinario às 15:20
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Terça-feira, 28 de Novembro de 2006

Este post tem pra aí 5 metros!

Tornava-se urgente colocar os rankings em dia. É melhor começar por aí:

OS JORNAIS

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MMA - Média do Mês Anterior

AS NEWSMAGAZINES

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AS ROSINHAS

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Semanários de Sábado:

18 de Novembro-> Expresso-35 Sol-26

Tornava-se urgente colocar as contas em dia. É melhor continuar por aí:

AS CAIXAS

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O SALDO

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Tornava-se urgente colocar as histórias em dia. Curiosamente passou-se tudo hoje de manhã:

CALENDÁRIO - O CULPADO DA CRISE?
Uma cliente perguntou-me se vendia calendários. Ao ser confrontada com uma resposta negativa, revoltou-se: "Mas que raio! Onde é que eu vou conseguir comprar um calendário?? Isto é inconcebível! Uma pessoa tem que organizar a sua vida... E para isso precisa de um calendário!... Por isso é que este país não anda para a frente..."

SUPERCENTRALIZAÇÃO
Ao comentar uma notícia na 1ª página do DN, que anunciava um investimento de 332 milhões de euros nos acessos a Lisboa, um cliente mostra a sua indignação: "Incrível! Já viu isto? Portugal é Lisboa e o resto é paisagem. Dinheiro só para Lisboa. Tudo se constrói em Lisboa. As grandes empresas estão em Lisboa: a PT, ... a... a... a Portugal Telecom, ..., e outras...sei lá!".

UM QUIOSQUE MASCARADO DE FARMÁCIA
Uma senhora de idade pede-me para lhe mostrar uma revista:
- "Importa-se de me mostrar a Diana Moda? Mas sem comprimido!".
- "Sem comprimido??"
- "Oh... desculpe... é que vim agora da farmácia. Sem compromisso, sem compromisso!"

Tornava-se urgente colocar em dia o que realmente se passa dentro dos 6 metros quadrados. Vou continuar por aí:

A ocupação dos 6 metros quadrados atingiu seguramente os seus valores máximos neste século. O algoritmo que costumo utilizar para arrumar coisas está perto de chegar ao último nível...

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Torna-se urgente acabar com este post.
publicado por ardinario às 15:33
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Segunda-feira, 27 de Novembro de 2006

Não me apetece...

A boa notícia...
- O quiosque tem toldos novos

As más...
- A tempestade de 6ª feira deixou mossa
- Chove na banca principal
- Chove dentro do quiosque
- Chove nas montras laterais
- As caixas das sobras estão alagadas
- A registadora não funciona
- Não há telefone, fax e payshop

E as péssimas...
- Quatro portugueses, três dos quais jornalistas, morreram anteontem na queda de uma avioneta que tinham alugado para visitar um parque natural
César de Oliveira e André Romeiras, jornalistas do Record, Maria José Margarido, do Diário de Notícias, e a amiga Cláudia Magalhães viajavam num Beechcraft Baron 55 que levantou voo sexta-feira à tarde do aeroporto de Coihaique, no Sul do Chile, num voo com destino à vizinha Lagoa de San Rafael.

Não me apetece escrever...
publicado por ardinario às 16:35
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Quinta-feira, 23 de Novembro de 2006

Armado em estudante

Não há revista ou jornal que dia sim, dia não, não traga um qualquer estudo sobre qualquer assunto. Quando é feito um estudo que mostra que tomar banho de cócoras reduz o colestrol, não é preciso esperar muito para surgir um estudo que garante que tomar banho de cócoras, de facto faz reduzir o colestrol, mas causa indisposições ao nível gástrico. Dez estudos mais tarde, aparece o estudo-mestre que contradiz todos os anteriores e que recomenda que se tome banho da maneira convencional.

O quiosque não quis ficar para trás nesta matéria e resolveu avançar também para um estudo. Os números que irei apresentar representam de forma fidedigna o que se passou durante a semana de 13 a 19 de Novembro. Recolhendo apenas os 3 q's ( quem, o quê e quanto) em cada venda, chegam-se a resultados interessantes e que bem analisados podem ser aproveitados em proveito do quiosque.

A amostra ainda é curta - uma semana - mas já dá para tirar algumas conclusões.

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Compilados os resultados da semana, transformámos 125 folhas de dados(!!!) num pequeno quadro, retirando a útil informação que os homens devoram os jornais e as mulheres carregam fortemente nas revistas. Tinha mais ou menos esta ideia, mas não julgava tão grande a distância nas percentagens.

Muitas outras informações se podem retirar da recolha de dados. Algumas mais importantes que outras. Elas estão aqui ao lado na janela do excel, mas por enquanto não me parece prioritário estar aqui a publicá-las. O estudo continua a ser feito (possivelmente durante 1 mês) de modo a que se possam confirmar dados e reconhecer alguns padrões, impossíveis de alcançar com apenas uma semana.

No final do estudo irei fazer um estudo sobre como resumir quinhentas folhas numas quantas tabelas e gráficos, sabendo que não posso ultrapassar os 420 pixeis de largura. Depois disso estarei em perfeitas condições para ir de férias. Até lá, e até ao próximo estudo... continuem a tomar banho da forma convencional.

p.s. 1 - Eu sei, eu sei. As contas estão atrasadas, os rankings estão por fazer, e o Jornal do Benfica aguarda ansiosamente uma análise isenta. Nada a fazer. Raio do dia que só tem 24 horas!
publicado por ardinario às 18:29
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Terça-feira, 21 de Novembro de 2006

Derby no quiosque - 1ª parte

"Vai ser duro, por isso se notarem uma certa diminuição no postanço... sou eu a esgalhar no excel"
Ardinário, 12 de Novembro de 2006

Confirma-se. Ando a esgalhar forte e feio no excel. A primeira semana de recolha de dados das vendas está concluida. A frase acima vai continuar válida por mais uns tempos, pois foi decidido que uma semana não é suficiente para tirar conclusões definitivas. Os números da 1ª semana estão compilados e esperam agora um tratamento adequado para poderem aqui ser divulgados. À medida que se foram recolhendo as vendas, novas perguntas surgiram e que poderão agora ser respondidas: quem compra o Sol, o Expresso, e ambos? O serviço de payshop traz vendas suplementares? Quem dá mais lucro em revistas? Homens ou mulheres? O 1º round de vendas já vai dar umas luzes sobre estas questões.

Entretanto, não me esqueci deste post. Ainda não vou dar pormenores, mas é ponto assente que vou avançar brevemente para uma das sugestões dadas pelo leitor. Muito possivelmente será uma acção inédita em Portugal, e poderá acontecer uma das seguintes situações: ou dá óptimos resultados... ou não. Como só se poderá saber se a coisa avançar, então avance-se! Fiquem atentos.

Hoje não há rankings, nem contas, nem nada disso. É tempo de descansar os olhos e dar tréguas ao excel. O Ardinário foi às bancas e trouxe 2 jornais para casa.

Derby no quiosque - 1ª parte

À medida que o tempo vai passando, vou-me enchendo de coragem e começo a abrir jornais e revistas que antes nunca tinha sequer pensado em pegar. Acalmem-se aqueles que pensam que vou falar do Guia Astral ou da Arte de Bordar em Ponto de Cruz. Nada disso. Decidi sim, dedicar algum tempo aos jornais mais isentos que navegam pelo quiosque. Para os mais distraídos, falo, obviamente, do Jornal do Benfica e do Jornal do Sporting.

Numa primeira leitura, rápida, constata-se que tanto num como noutro predomina a primeira pessoa do plural. É impossível encontrar frases como “O Benfica voltou a encaixar 3 golos esta época”. O que se lê é algo como “Levámos 3 na pá, mas podemos tirar algumas ilações positivas”. Ou “Fomos roubados, mas mesmo assim soubemos segurar o resultado”. Reina ali uma espécie de intimidade profunda para com o leitor, própria de quem está a falar para a sua família.

O dia de hoje é dedicado ao jornal dos lagartos.

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O Jornal do Sporting remodelou recentemente o seu aspecto gráfico, mas as mudanças foram suaves. A cor verde, curiosamente, continua a predominar, e os conteúdos focam essencialmente um clube de nome... Sporting. Houve sem dúvida a opção de não arriscar.
Mas se olharmos com atenção para a 1ª página, somos obrigados a reconhecer que os responsáveis não estão para aqui com meias-palavras. Rita Tomás, médica, alpinista e, adivinhem... sportinguista, é tema de 1ª página: “Levei a bandeira para esta subida. Embrulhei-a na mochila e quando cheguei ao topo do Imja Tse, hasteei-a”. Sem dúvida que o Sporting é um clube diferente... Enquanto outros se preocupam em entrar para o Guiness, Rita Tomás, única mulher-médica-alpinista-sportinguista, hasteia bandeiras em montes com nomes estranhos. Depois não venham dizer que são gamados e o camandro. Hastear bandeiras... tsss tsss...

Na análise ao jogo da jornada, tudo normal. “Os 30 min. iniciais só deram Sporting”, “Conseguimos ver muitas oportunidades de golo”, “O árbitro deu o seu máximo, fazendo o que sabe” e a pérola “Tello marcou um golo do género daqueles muitos mais que pode marcar”. Assim. Sem tirar nem pôr.

Salto da coluna de citações do livro de visitantes do museu Sporting directamente para a secção de bilhar, que nos informa que o leonino Frederic Caudron é o líder do ranking mundial na especialidade de carambola.

Aterro na página 15 e constato que no Jornal do Sporting não se escreve “perdemos a final do Torneio Feira da Praia”, mas sim “conquistámos o 2º lugar do Torneio Feira da Praia”. É o que se chama animar as tropas.

No Jornal do Sporting o Ricardo não dá frangos. É atraiçoado pela bola. No Jornal do Sporting, o Sporting não perde. É infeliz na finalização. No Jornal do Sporting... o presidente do Sporting parece mesmo presidente!

No dia em que subir ao topo do Imja Tse, hastearei a bandeira “Eu já li o Jornal Sporting”. Porque há coisas na vida que só se fazem uma vez.

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publicado por ardinario às 22:38
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Domingo, 19 de Novembro de 2006

Percepção da realidade

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publicado por ardinario às 00:05
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Quinta-feira, 16 de Novembro de 2006

Calibrando

Tenho recebido diversos emails onde me pedem para publicar o ranking das vendas de publicações referentes a animais, armas e caça.
(Bem, é verdade que tenho recebido muitos mails, principalmente a impingirem-me Viagra, mas emails com pedidos do rankings acima citado... nenhum)
Mas aqui vai à mesma:

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Confesso que tive algumas dificuldades em escolher uma destas publicações para analisar. Não conhecendo nenhuma delas, apontei para aquela cuja capa me chamou mais a atenção: Calibre 12, a revista do caçador português.

Além das inúmeras dificuldades inerentes ao negócio do quisoque, há uma que me deixa extremamente nervoso. Falo da constante presença de pombos (e respectivo aparelho intestinal ) que rodeia o quiosque. Juntamente com a chuva torrencial, são a maior ameaça exterior ao quiosque, seus clientes e trabalhadores. Daí que a capa da Calibre 12 me tenha obrigado a partir em busca de uma solução para este problema. É tema de destaque na edição de Novembro, e juntamente com a fotografia de um imponente pombo, o texto que decidiu a minha escolha: Como atirar aos pombos altos.

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Vou directo à página 16, onde o título “Pombos altos, desmistificar sem exageros” anuncia que eles, afinal, não voam tão alto, nem será assim tão difícil acertar-lhes.

O artigo começa logo por tentar eliminar o pessoal com pontaria desafinada: “Muitas são as vezes em que os pombos entram em alturas despropositadas, leia-se alto, a pontos de desencorajarem os mais conscienciosos a não atirar.”

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Mas mais à frente o autor corrige: “Não se pense que desencorajo a atirar alto. Bem pelo contrário. Que se atire alto, sim, mas com a consciência daquilo que se faz, de que alturas se tratam e até onde podemos ir, pois ferir caça não traz nada de bom.”

Ou seja, atirar ao pombo alto exige alguma pontaria e consciência e o autor alerta para o facto de que ferir o pombo não é bom. O que me leva a concluir que o ideal, para aqueles que têm fraca pontaria e uma nesga de consciência, é não deixar o bicho sequer levantar do chão e de preferência acertar-lhe na nuca, de modo a não ficar a agoniar.

No caso de não conseguirmos evitar que o pombo voe alto, o autor indica-nos ainda o que são para ele os 2 factores que nos permitem avaliar correctamente a altura e velocidade do pombo. Primeiro, há que estar perfeitamente acostumado à arma e munições que se usa. Em segundo, temos o factor convicção. Citando o autor: “Se não acreditamos naquilo que estamos a fazer, nada feito”.
Eu acredito. E acredito que aquele pombo que na semana passada me borrou o casaco não volta a repetir a gracinha. Só me falta a arma, porque convicção não me falta.


As caixas que ficaram por mostrar da semana passada...

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... foram muito semelhantes às da semana anterior.

As desta semana, fortemente afectadas pela chuva:

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O saldo, com pagamentos de IVA pelo meio:

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Expresso-40 Sol-26.
Como previa o nosso amigo Woo, penso que se pode afirmar que definitivamente existe um novo público de semanários, que o Sol pescou. Poucos fugiram do Expresso. Os leitores do Sol não eram leitores do Expresso, nem leitores de jornais diários. São simplesmente leitores do Sol.

Para ler
Vale a pena ler este brilhante artigo. O autor "entra" na cabeça de um miúdo de 21 anos e mostra-nos porque ele não compra jornais.
Dica retirada do sítio do costume.
publicado por ardinario às 17:12
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Quarta-feira, 15 de Novembro de 2006

And now something completely... serious!

Vale a pena ler, analisar e comentar.

Diário de um Quiosque feito pelos seus leitores

Junto apresento algumas sugestões para o aumento das receitas do quiosque. Tal como tinha referido as sugestões dividem-se por 3 vectores

1- Geografia: Quebrar a barreira local e geográfica do quiosque;
De uma forma geral os quiosques são locais de comércio local, ou seja, a grande maioria dos clientes ou são da proximidade geográfica do quiosque ou os seus trajectos diários cruzam-se com ele. A minha sugestão para aumentar a procura, assenta no velho ditado que diz que se Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé.
A minha sugestão é criar formas intensificar o negócio fora da esfera local do quiosque. Para tal, sugiro a divulgação de entregas a domicilio (é claro que as Páginas Amarelas da Internet
www.pai.pt serão um veículo essencial), encomendas telefónicas, ou pela internet. As entregas realizar-se-iam a determinada hora e sem custos para o cliente para determinado volume de negócio diário ou anual. O Segmento a explorar seria: 3ª idade (com dificuldade de locomoção), instituições ou empresas (p.ex. Lares de 3ª idade, hospitais, consultórios médicos , clínicas médicas, etc.). Para além de incluir na esfera de clientes do quiosque outros clientes para além dos que habitam ou frequentam a zona espacial deste, permitiria criar espaço para o desenvolvimento de contratos do tipo avença mensal ou anual.

2- Euros Vendidos: Necessidade de aumentar as vendas por cliente (€/ visita de cliente) e outras fontes de rendimento;
Aumentar os serviços & produtos colocados à disposição do cliente: Por forma a ajustar estes produtos ou serviços à realidade do mercado do quiosque, seria interessante, em primeiro lugar, efectuar uma análise mais cuidada das características do cliente padrão.
Mesmo desconhecendo o perfil do cliente junto algumas sugestões . Refiro que o ideal é esta diversificação passar pelos serviços, mais do que pelos produtos, pela factor espaço que deduzo ser um factor crítico. Na área dos serviços o quiosque pode representar um grande activo para a população local. Ou seja o quiosque poderá a passar a ser a porta de entrada para o bairro, a central de compras para uma população que tem as mesmas necessidades em determinados momentos do tempo.

2.1 - Quisoque como central de compras: Neste sentido sugiro que se explore mais as vendas sazonais. Para tal previamente deverão ser preparadas as campanhas e recolhidas encomendas, p.ex:
Natal: Venda por encomenda de Bolo Rei, Musgo, árvores de natal, musgo, etc. Após seleccionados alguns produtos para uma época dever-se-ia encontrar um fornecedor que estivesse interessado em colaborar, estabelecer com ele um preço e data de entrega e iniciar a campanha de encomendas. O factor crítico não é o preço mas sim a credibilidade e a antecipação de uma necessidade futura.
Finados (Nov) - Velas
S. Martinho: Castanhas, Jeropiga,
Páscoa: Amêndoas, folar.
Etc

2.2 - Espaço de publicidade: Sendo um espaço muito visitado o quiosque, que já é uma montra de jornais e revistas, poderia passar a ser também a montra para outros serviços e produtos. Neste sentido poderia ser criado um espaço de publicidade visual (de x€/m2/mês). Local de distribuição de panfletos de publicidade (conhecendo tipo de cliente e o fluxo mensal poderá ser cobrado um x€/panfleto distribuído), etc.

3 - Procura: Incrementar o nº de visitantes ao quiosque.
As sugestões inseridas no ponto 2.1 são já por si formas de incrementar o nº de visitantes ao quiosque, junto abaixo mais algumas sugestões:

3.1 - Quiosque como “operador logístico” de serviços: Procurando explorar a centralidade e os elevados níveis de notoriedade e confiança que os clientes depositam no quiosque sugiro que se explore mais esta faceta tornando-o num local de angariação de serviços para: Canalizadores, Picheleiros, Veterinários, Reparadores de electrodomésticos, etc. Estabelecendo previamente alguns contactos com empresas que prestem estes serviços, definindo a comissão a receber pelo serviço de angariação, o quiosque passaria a recomendar e a recolher encomendas para estes serviços. Para além de uma fonte de rendimento prestaria um serviço extra à comunidade local (aumento de notoriedade) e incremento da visitação, pois passava a ser visitado não só por clientes que pretendem adquirir jornais ou revistas mas sim para resolver parte dos seus problemas diários.

3.2 – Aumentar a fidelização: Criação de um cartão de cliente. Este cartão teria muitas funções:
Para o lado do cliente dar-lhe-ia pontos (descontos) em especial nas promoções sazonais (ver ponto 2.1) ou outro tipo de promoções ou descontos a definir. Para o quiosque o cartão de cliente serviria:
Conhecer melhor os seus clientes: Através do questionário de preenchimento: Ficar a conhecer melhor o seu cliente (Morada, idade, gostos de leitura, tipo de serviços necessita etc).
Estabelecer uma maior fidelização.
Passar poder visitar o cliente
(através de carta, telefone, email etc) alterando o paradigma de ser apenas o cliente a visitar o quiosque.
publicado por ardinario às 15:44
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Domingo, 12 de Novembro de 2006

Bolas de Berlim

O júri reuniu em Berlim e decidiu. O prémio Blogwurst do Best of Blogs Awards foi para o iraniano Aref-adib. De nada valeram o meio-quilo de tremoços, as duas broas de Avintes, o queijo Serrinha e a caixa de pastéis de Tentugal. Eu sei que os tremoços não eram grande coisa, mas, caramba... a broa estava uma delícia!
No prémio atribuido pelos utilizadores na internet, o vencedor na categoria foi para o chinês Zeng Jinyan's Blog (Aqui não havia grandes esperanças. É preciso ter em conta que os chineses, colocados em fila indiana, chegam a Portugal!). O Diário de um Quiosque chegou ao 3º lugar. Obrigado a todos pelos vossos votos!
Resultados aqui.
De qualquer forma, este blog não quis ficar de mãos a abanar no que a prémios diz respeito. Numa reunião de emergência realizada esta manhã no escritório, eu, a minha mulher e filha resolvemos lançar o concurso MBCC, o "Melhor Blog Cá da Casa". Foi apertado, mas o Diário de um Quiosque venceu por 1 voto a favor, contra uma abstenção e um voto nulo (papá não conta).

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Começa amanhã nova recolha de dados no quiosque que se vai arrastar por pelo menos uma semana. Desta vez vai ser mais aprofundada que a última, pois vai permitir saber:

- as horas de maior fluxo ( em intervalos de meia-hora)
- as horas de maior facturação
- as horas de maior lucro
- a distribuição horária de venda de jornais, revistas, colecções e tabaco
- quem dá mais lucro, homens ou mulheres
- qual o tabaco que mais vende
- ...

Aqui está a folha de recolha de dados:

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Vai ser duro, por isso se notarem uma certa diminuição no postanço... sou eu a esgalhar no excel.
Entretanto, saúda-se o regresso às bancas do Le Monde Diplomatique, versão portuguesa. E saúda-se também esta agradável troca de palavras entre Ardinário e Armando, um dos leitores do Le Monde Diplomatique:

- Oh Sr.Ardinário, faculte-me aí o Le Monde Diplomatique.
- Faculto sim, Sr.Armando.
- Obrigado por me facultar o Le Monde Diplomatique.
- Ora essa, Sr.Armando, nós estamos aqui é para facultar Le Mondes Diplomatiques.

E lá foi o Sr.Armando, devidamente facultado.

Hoje é dia de arrumar papeladas, logo não vai haver contas. Amanhã ou depois, além dessa actualização, fica prometida a publicação de um post "feito pelos leitores do diário de um quiosque".

Para finalizar, a frase do fim-de-semana, da autoria do escritor Possidónio Cachapa, no Sol:
Clonagem de seres humanos? Olhando à volta pergunto-me do interesse em duplicar esta gente.
publicado por ardinario às 16:09
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Sexta-feira, 10 de Novembro de 2006

História aos quadradinhos

Faz hoje precisamente 1 ano, 2 meses e 18 dias que estou à frente do quiosque. Por outras palavras, são perto de 50.000 jornais vendidos. (Só para ficarem com uma ideia, quem se aguentar 20 anos no negócio venderá cerca de 1 milhão de jornais). Para comemorar esta data histórica, vou falar sobre... jornais. Hmmm... pensando melhor, vou-me limitar a colocar o ranking actualizado de jornais, mas mais à frente.
Para já, e agora sim, para comemorar esta data histórica, apetece-me referenciar um hábito que tinha antes de comprar o quiosque: devorar revistas em... quiosques. Como devem calcular, deixa de fazer sentido desfolhar revistas em quiosques a partir do momento em que se é proprietário de um. Da mesma forma, não consigo imaginar o Sr. Belmiro Azevedo a encher o carrinho de compras no Jumbo ou no Lidl.
Não foi fácil esta mudança. Nos primeiros tempos, dava por mim completamente perdido quando entrava numa grande superfície. Sentia o mesmo que sentiria o Urtigão se alguma vez visitasse Lisboa. Se houvesse uma Fnac por perto a coisa resolvia-se. Caso contrário, qual Pateta, rodopiava sobre mim próprio, indeciso sobre que direcção tomar, e, com as tonturas, abandonava o local.
Em jeito de compensação, após a aquisição do quiosque, passei também a praticar a actividade preferida do Tio Patinhas. Desenganem-se os que pensam que agora nado em dinheiro. Apenas me tornei-me fã do forretismo, a difícil arte não esbanjar dinheiro. Acabaram-se as gorjetas, os telefonemas descenecessários, as idas ao cinema ou o jogar no totobola.
Por falar em jogos de sorte, não pude deixar de notar as filas que hoje se formaram junto a alguns quiosques. Um sentimento de inveja pelos proprietários apoderou-se de mim, ao mesmo tempo que observava a confiança do típico Gastão a registar a sua chave do Euromilhões. Muitos deles eram certamente Zé Cariocas, pondo em prática a banalização da greve.

Entretanto, no quiosque...

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O Ranking de jornais:

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Houve descidas nas vendas em relação ao mês anterior. Apenas Correio da Manhã, 24 Horas e Diário de Notícias aumentaram as suas médias.

Sr. Mário C. obrigado pela visita

(Estu a fiar sem pilas no teclad, até mnhã)
publicado por ardinario às 17:17
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